sexta-feira, novembro 30, 2007

Para ti, Princesa




PARABÉNS!
5 anos de felicidade
De ternura
De amor
De força
De preocupação...
De carinho
De gargalhadas
De descobertas
De aventuras
De viagens pelo mundo dos sonhos
Obrigada, Princesa
Parabéns e muitos, muitos anos de vida
(P.S.: Prometo que voltaremos ao castelo encantado, em breve...)

segunda-feira, novembro 19, 2007

Adeus



Já gastámos as palavras pela rua, meu amor,

e o que nos ficou não chega

para afastar o frio de quatro paredes.

Gastámos tudo menos o silêncio.

Gastámos os olhos com o sal das lágrimas,

gastámos as mãos à força de as apertarmos,

gastámos o relógio e as pedras das esquinas em esperas inúteis.



Meto as mãos nas algibeiras

e não encontro nada.

Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro!

Era como se todas as coisas fossem minhas:

quanto mais te dava mais tinha para te dar.



Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes!

E eu acreditava!

Acreditava,

porque ao teu lado todas as coisas eram possíveis.

Mas isso era no tempo dos segredos,

no tempo em que o teu corpo era um aquário,

no tempo em que os teus olhos

eram peixes verdes.

Hoje são apenas os teus olhos.

É pouco, mas é verdade,

uns olhos como todos os outros.



Já gastámos as palavras.

Quando agora digo: meu amor...

já não se passa absolutamente nada.



E, no entanto, antes das palavras gastas,

tenho a certeza

de que todas as coisas estremeciam

só de murmurar o teu nome

no silêncio do meu coração.



Não temos nada que dar.

Dentro de ti

Não há nada que me peça água.

O passado é inútil como um trapo.

E já te disse: as palavras estão gastas.



Adeus.





Eugénio de Andrade

sábado, novembro 17, 2007

Fever...



Never know how much I love you
Never know how much I care
When you put your arms around me
I get a fever that's so hard to bear


You give me fever
When you kiss me
Fever when you hold me tight
Fever, in the morning
Fever all through the night


Sun lights up the daytime
And moon lights up the night
I light up when you call my name
And you know I'm gonna treat you right


You give me fever
When you kiss me
Fever when you hold me tight
Fever, in the morning
And fever all through the night


Everybody's got the fever
That is something you all know
Fever isn't such a new thing
Fever started long ago


Romeo loved Juliette
Juliette she felt the same
When he put his arms around her
He said, Julie, Baby
You're my flame


Thou giveth fever
When we kisseth
Fever with thy flaming youth
Fever, I'm afire
Fever, yeah, I burn, forsooth


Cap'in Smith and Pocahontas
Had a very mad affair
When her daddy tried to kill him
She said, Daddy
Oh, don't you dare


He gives me fever
With his kisses
Fever when he holds me tight
Fever, I'm his misses
So Daddy, Won't you treat him right


Now you've listened to my story
Here's the point that I have made
Chicks were born to give you fever
Be it Fahrenheit or Centigrade


They give you fever
When you kiss them
Fever if you live and learn
Fever, 'till you sizzle
What a lovely way to burn
What a lovely way to burn
What a lovely way to burn
What a lovely way to burn



sexta-feira, novembro 09, 2007

Próxima Viagem:


New York City

SONHOS...































Lado a Lado

Mas tão longe...



«Somos dois caminhos paralelos

Vamos pela vida lado a lado

Doidos que nós somos

Loucos que nós fomos

Nem sei qual é de nós mais desgraçado



Lado a lado meu amor mas tão longe

Como é grande a distância entre nós

O que foi que se passou entre nós dois que nos separou

Porque foi que os meus ideais morreram assim dentro de mim


Ombro a ombro tanta vez mas tão longe

Indiferença entre nós quem diria

Custa a crer que tanto amor tão profundo amor tenha acabado

E nós ambos sem amor lado a lado


Fomos no passado um só destino

Somos um amor desencontrado

Doidos que nós somos

Loucos que nós fomos

Não sei qual é de nós mais desgraçado»


segunda-feira, novembro 05, 2007

Parabéns



Mãe, avó, mulher...


Nada é mais importante do que ver-te sorrir, sentir o teu abraço, apertado e forte, sensível e quente, tão quente...


Só nos teus braços me sinto outra vez menina, criança, segura.


E sei que a minha filha também encontra o mundo no teu colo.


És exemplo a seguir,


és poço de força, de vulnerabilidade...


Só tu consegues ler os meus olhos, sem que diga uma única palavra... e eu respondo-te, também em silêncio.


És o porto de abrigo da família e amamos-te. Muito.


Tu sabes.


Parabéns, Mãe, Avó, Mulher!